sábado, 1 de setembro de 2012

Nada Não.

Amanhã sem pensar vou pegar as coisas que eu deixei no chão no sofa  e sair andando sem razão nao é nada não, deixa estar, ainda vou voltar.
Amanhã sem perdão, vou perder as coisas que eu pensei guardar sem tocar nos abrigos vãos do coração
não é nada não, deixa o mar invadir a sala e te levar no turbilhão, no temporal de areia e sal, desaparecer até poder desencontrar nossa solidão.
Mais depois de amanhã quando formos dois alucinados sãos, sem lugar, vou cruzar as noites pra te ver, pois não ha razão pra pensar que eu não vou voltar.




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